sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Enquanto isso... no #CineOmar



Dando continuidade aos clássicos apresentados no Cine Omar, amanhã às 10h tem a reapresentação de De Volta Para o Futuro 2 e às 15h tem o inédito Muito Além do Jardim com comentário do crítico Marden Machado.


Muito Além do Jardim (1979)


     Chance (Peter Sellers) é um homem ingênuo, que passou toda sua vida cuidando do jardim e assistindo televisão. Quando seu patrão  morre, Chance tem que se mudar e é atropelado acidentalmente. Benjamim Rand (Melvyn Douglas), um ricaço torna-se amigo de Chance e transforma sua vida. Tudo que Chance diz ou faz torna-se genial para os outros. A esposa (Shirley MacLaine) de Benjamin se apaixona por Chance, enquanto a saúde de Benjamin está comprometida. 


     Muito Além do Jardim (Being There) é baseado no romance de Jerzy Kosinski - roteirista - e quando foi lançado em 1971 deixou Sellers obcecado com a história. Melvyn Douglas faturou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Brilhante direção de Hal Ashby, que poderia ter colocado tudo a perder por conta do roteiro ser estranho para os padrões da época. Até a próxima edição!!!




quinta-feira, 29 de novembro de 2012

TOP 10+ (Clint Eastwood)







Aproveitando que o ator/diretor/produtor está em cartaz nos cinemas com o longa Curvas da Vida (Trouble With the Curve) com Amy Adams e Justin Timberlake, trazemos no TOP 10+ os melhores momentos desse ícone do cinema mundial. Só na última década ele nos brindou com filmes extraordinários, como Sobre Meninos e Lobos (2003); Menina de Ouro (2004) e Gran Torino (2008). Ao assistir Curvas da Vida nas telonas, percebi o quanto Clint Eastwood envelheceu e ele mesmo disse que não irá mais atuar e dirigir ao mesmo tempo. O cansaço e esgotamento limitam muito e nos faz pensar que em breve sentiremos saudades desse grande mestre do cinema. Até a próxima edição!!!





10ª. A Troca (The Changeling, 2008).

- Baseado em uma história real, A Troca traz Angelina Jolie livre de seus personagens sexy para encarnar uma mãe dos anos 1920 desesperada atrás do filho sequestrado. 





9ª. Perseguidor Implacável (Dirty Harry, 1971).

- Aqui, Clint Eastwood é o detetive Harry Callahan. Ele age além dos limites da lei, faz suas próprias regras. O filme gerou algumas sequências e marcou a carreira do ator. 




8ª. Bird (Idem, 1988).

- Cinebiografia do genial saxofonista Charlie Parker. O jazz; as dificuldades; drogas e coragem. Forest Withaker está perfeito como Bird – apelido do músico. Sensacional!




7ª. Cartas de Iwo Jima (Letters from Iwo Jima, 2006).

- Uma espécie de continuação de A Conquista da Honra.  Guerra e drama andam lado a lado durantes as sequências de ação. Visão japonesa da do conflito pela ocupação da ilha. 


  

6ª. A Conquista da Honra (Flags of our Fathers, 2006).

- Clint Eastwood filmou no mesmo ano, dois filmes falando do mesmo tema e fato sobre lados opostos. Aqui ele retrata a visão americana. Fevereiro de 1945, a guerra no Pacífico prosseguia. Uma das mais importantes e sangrentas batalhas foi à posse da ilha de Iwo Jima. Ryan Phillippe (Crash – No Limite) está no elenco principal. 



5ª. Trilogia dos Dólares (1964/1965/1966).

- A trilogia é baseada em aventuras de caçadores de recompensas no velho oeste americano. Clint Eastwood interpreta sempre um pistoleiro sem nome que arma planos e truques sofisticados para pegar os bandidos. Duelos e confrontos que ficaram marcados na história do cinema mundial. Os tais espaguetes baseados na obra de Akira Kurosawa fizeram muito sucesso pelo mundo afora e consagram o ator.




4ª. Gran Torino (Idem, 2008).

- O veterano da Guerra da Coréia e trabalhador da indústria de automóveis aposentado, Walt Kowalski (Clint Eastwood) está incomodado como sua vida e vizinhança mudaram. Um filme primoroso que fala de preconceito sem cair no clichê. Poderosa atuação/direção/produção de Eastwood. ASSITA! 




   
3ª. Menina de Ouro (Million Dollar Baby, 2004).

- Vencedor do Oscar de Melhor Diretor (Eastwood); Atriz (Hilary Swank); Ator Coadjuvante (Morgan Freeman) e Melhor Filme, Menina de Ouro é simplesmente emocionante, surpreendente e terrivelmente sensível. A história de uma jovem que tem o sonho de se tornar uma grande pugilista interrompido com um golpe certeiro mexe com nossas emoções e põe em cheque um tema muito polêmico: eutanásia. 




2ª. Sobre Meninos e Lobos (Mystic River, 2003).

- Considerado a melhor realização de Clint Eastwood como diretor, Sobre Meninos e Lobos é inquietante e mostra a infância perdida de três jovens garotos. No passado um deles é sequestrado e abusado pelos criminosos. Com o passar dos anos cada um vive sua vida em seu isolamento. Quando a filha de Jimmy (Sean Penn) é brutalmente assassinada, todas as evidências levam apara Dave (Tim Robbins) – o garoto abusado no início do filme. O terceiro amigo, agora como policial Sean (Kevin Bacon) investiga o caso. Poderoso, sagaz e muitas vezes perturbador. 





1ª. As Pontes de Madison (The Bridges of Madison County, 1995).

- Simplesmente o melhor filme de romance que já foi produzido. Um romance maduro, sem fantasias e ilusões. Como realmente acontece na vida real. Clint Eastwood dirige e protagoniza ao lado de Meryl Streep em atuações mágicas (Owen Glieberman, Entertainment Weekly). O fotógrafo da National Geographic, Robert Kincaid (Eastwood) está no condado de Madison tirando fotos das belas pontes que lá se encontram, perdido pelo caminho, ele pede informações a Francesca (Streep) e os dois vivem um paixão tórrida e apaixonante. A dona de casa, casada há 15 anos e com dois filhos adolescentes se entrega a paixão, enquanto a família viaja. Fantástico. Uma poderosa história de amor que nem  tempo foi capaz de apagar. Não consegui o trailer legendado, então coloquei a última cena do filme. Perfeita!




segunda-feira, 26 de novembro de 2012

GARIMPO: HOMELAND






A busca obsessiva por um terrorista
 por Khaoe Pacheco do Blog BadFish


A grande vencedora dos prêmios Emmy este ano foi à novata Homeland, que desbancou a favorita Mad Man. Não é para menos, com um roteiro envolvente, atuações inspiradas e uma trama que fica melhor a cada episodio, Homeland merece todos os prêmios que ganhou e todos os elogios que recebeu.




O seriado é estrelado por Claire Danes (de Romeu + Julieta) como Carrie Mathison, uma competente agente da CIA que recebe de uma fonte a informação que um membro do exercito que ficou preso no Iraque se converteu para o islamismo e volta para casa com intenções nada amigáveis. Imediatamente ela concentra suas atenções no sargento Brody (Damien Lewis). Brody passa a ser o alvo de uma obsessão por parte de Carrie, que só cresce ao ponto dela instalar câmeras na casa do cara sem a permissão de seus superiores. 




No elenco deste intenso drama temos a presença de Mandy Patikin como Saul, superior de Carrie que a partir do sexto episódio tem algumas atitudes bem estranhas e da atriz nascida no Brasil Morena Baccarin (vista em V - Os Visitantes e Firefly) como Jessica esposa dedicada de Brody que achou que o marido havia morrido e acaba tendo um caso como o melhor amigo dele Mike (Diego Klatenhoff).





Com produção bem feita e elenco afiado, Homeland já conquistou a todos logo na primeira temporada, no ano passado. Os prêmios Golden Globe de Melhor Atriz e Série só comprovaram isso... A grande sacada dos roteiristas, - Alex Gansa e Howard Gordon (foram os criadores de 24 Horas) -, é criar uma tensão crescente que deixa o espectador curioso para ver o próximo episódio (o que está acontecendo comigo). O que seria de uma boa história sem os seus atores, certo? Neste caso, Claire Danes fez por merecer os prêmios que recebeu, encarnando uma personagem obcecada e doente que cria uma relação à beira do fanatismo por Brody. Ele, aliás, de pobre coitado vítima de sequestro e torturas cria um nó na cabeça de quem assiste, pois tem atitudes para lá de estranhas, o que o torna suspeito de ser o terrorista que Claire está atrás. 





A série investe na paranoia que a nação americana vive ao ponto de temer qualquer estrangeiro que apareça. Teve a segunda temporada iniciada esse mês nos EUA. Aqui, apesar do tema apresentado pela produção fugir um pouco da realidade dos brasileiros, é exibida no canal a cabo FX aos domingos 23h. Até a próxima edição!!!




Com a Palavra por Khaoe Pacheco Edição 6




Dicas de seriados pelo mundo todo
 por Khaoe Pacheco do Blog BadFish


     Quem é fã de séries de TV está acostumado apenas com produções americanas. Não da para negar que o pessoal em Hollywood sabe fazer como ninguém um seriado, assim como os brasileiros sabem fazer novela. Mas de um tempo pra cá, outros países estão arregaçando as mangas e mostrando que também fazem coisas interessantes. E de tão interessante que são, até os americanos estão correndo atrás fazendo seus remakes.


     O país que mais acerta em exportar serie é a Inglaterra. É de lá que vem a série mais Cult de todos os tempos, Dr. Who. O programa está há 50 anos no ar pela BBC. Para se renovar, de tempos em tempos, é trocado o ator principal que é um doutor que vive muitas aventuras envolvendo tempo e espaço. O detalhe mais engraçado envolvendo Dr. Who é que ele ficou mundialmente famoso há pouco tempo, graças à participação de atores queridos pelo público. A BBC também é famosa por minisséries, das últimas que foram produzidos destaco Inside Man, sobre quatro empregados que resolvem realizar o crime perfeito ao assaltarem a empresa. E também Good Cop, sobre um rapaz que muda sua forma de ser ao matar um sujeito. 




     Ainda da Inglaterra vem a serie que é mania no mundo, Downton Abbey é produzida pela ITV, a concorrente direta da BBC. Com enredo simples, mas cativante, o seriado conta a historia de uma família e seus empregados entre os anos 1910 e 1920. Exibida também pela ITV, Sirens é bem popular por trazer um humor chulo e grosseiro e mostra um grupo de amigos paramédicos não muito interessados em salvar vidas.

     


     Continuando no velho continente, da França vem Les Revenants, a resposta europeia para The Walking Dead, já que se trata do mundo infestado por zumbis. E, baseado numa popular série revista de quadrinhos dos anos 80, chega Metal Hurlants (chamado aqui no país de Metal Pesado). Da Dinamarca, a série chamada Forbrydelsen ganhou uma versão americana que tem seu charme, mas não é tão legal quanto a original. E também The Bridge sobre a união das policias dinamarquesa e sueca para investigar um assassinato.




     Anos atrás, a Nova Zelândia e suas belezas naturais eram vistas e apreciadas nas séries Xena e Hércules. Hoje, quem cuida de mostrar como é linda aquela terra são os Power Rangers, que tem filmagens realizadas naquele país. Outro país belo é a Austrália que nos apresentou uma produção muito bem elogiada pela crítica especializada. Em The Slap temos um churrasco que acaba de modo abrupto ao mostrar um adulto dando um tapa numa criança que se comportava mal. 




     Outro país que fala a língua inglesa e que produz muito seriado é o Canadá que apresenta a nova versão de A Bela e a Fera estrelada por Kristen Kreuk de Smallville. De todos desta lista, o Canadá é o país que mais está exportando seriados. Mas, infelizmente, a maioria segue a cartilha americana e contam histórias que estamos acostumados a ver. Dei só uma pincelada, pois, muitos países estão vendendo suas produções com êxito para o mundo, basta conferir a grade de programação dos canais Eurochannel e + Globosat HD. Até a próxima edição!!!

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Enquanto isso... no #CineOmar



Amanhã o Cine Omar dá uma pausa nas reexibições de clássicos do cinema para promover o evento RUA DA FRANÇA em parceria com a Aliança Francesa de Curitiba, apresentando 10 Curtas-metragens de animação às 10h. E como de costume às 15h você confere o filme da semana que o crítico Marden Machado comentará após a sessão. O longa desta semana é O Jovem Frankenstein.



O Jovem Frankenstein (1974)

     Gene Wilder é um jovem neuro-cirurgião que herda o castelo de seu avó, o famoso Dr. Victor Von Frankenstein. Ele sempre acreditou que o trabalho de seu avó era bobagem  e perda de tempo, até encontrar um de seus livros antigos com alguns trabalhos sobre reanimações de órgãos. A partir daí, ele muda radicalmente de postura e passa a ter mais ideias mirabolantes que nem seu avó imaginaria. 







     Divertida sátira do filme de 1931 dirigida por Mel Brooks que passeia pela por diversos gêneros - comédia, terror e ficção cientifica. No elenco nomes como Peter Boyle; Cloris Leachman e Teri Garr. Então amanhã você já tem um encontro marcado com um clássico do cinema no Cine Omar. Até a próxima edição!!!

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

TOP 10+ (Cinebiografias)


Nesse post entraram os filmes que contam a vida de alguém especifico e não só pelo fato do filme ser baseado em uma história real. Lendas da música; política; artes e da TV reunidos em um TOP 10+ fantástico. Até a próxima edição!!!







10ª. Tina (What’s Love Got to do With It, 1993).

- Ela gostava de cantar desde criança, entrou para a banda de Ike Turner (Laurence Fishburne) na adolescência, com quem se casou. Aos 22 anos, já era conhecida com Tina Turner (Angela Bassett), uma negra com poderosa voz rasgada e sempre com coreografias tresloucadas. Sofreu maus-tratos de seu marido viciado. Belíssima cinebiografia da cantora.  





9ª. Capote (Longest Yard, 2005).

- A parte mais importante da vida de Truman Capote (Philip Seymour Hoffman) entrelaça este filme cheio de suspense e adrenalina. Em novembro de 1959, Capote lê um artigo no jornal New York Times sobre o assassinato de quatro integrantes de uma conhecida família de fazendeiros em Holcomb, no Kansas. Capote acredita ser esta a oportunidade perfeita de provar sua teoria de que, nas mãos do escritor certo, histórias de não ficção podem ser tão emocionantes quanto às de ficção. Se você ainda não viu este filme. VEJA!





8ª. Johnny e June (Walk the Line, 2005).

- O lendário “Homem de Preto” que revolucionou a música tornando-se um ícone nos EUA tem sua vida retratada nesse longa cheio de energia e nostalgia. O cantor, rebelde, herói e fora-da-lei Johnny Cash (Joaquin Phoenix) e sua história inspiradora ao lado da também cantora June Carter (Reese Witherspoon).





7ª. Frida (Idem, 2002).

- A brilhante e comovente história da pintora mexicana Frida Kahlo (Salma Hayek), desde sua infância sofrida marcada por um acidente que a imobilizou por anos, seu casamento nada convencional com Diego Rivera (Alfred Molina), passando por seu romance extraconjugal com Leon Trostky (Geoffrey Rush) e até seus amore partilhados com mulheres. 




6ª. O Mundo de Andy (Man on the Moon, 1999).

- Considerado um dos melhores momentos da carreira de Jim Carrey, O Mundo de Andy conta a história do comediante Andy Kaufman, considerado o rei das pegadinhas. Não levava nada a sério e viveu situações duvidadas até mesmo pelas pessoas próximas a ele. Quando anunciou que estava morrendo por conta de um agravamento de um câncer no pulmão chocou a todos.




5ª. Sete Dias com Marilyn (My Week With Marilyn, 2011).

- Linda, sensual, insegura e volátil, essa é Marilyn Monroe (Michelle Williams), uma das atrizes mais queridas que o cinema já teve. Michelle está perfeita como Marilyn e os sete dais que passamos com ela, são poucos perto do que queríamos de fato. Surpreendente e tocante.




4ª. O Povo Contra Larry Flint (The People Vs. Larry Flint, 1996).

- Figura polêmica, Larry Flint criador da revista masculina Hustler e dono de um império ligado à pornografia teve diversos problemas com a lei e em um atentando acabou paraplégico. Além de uma atuação poderosa de Woody Harrelson, note ainda Edward Norton e Courtney Love. 




3ª. Piaf – Um Hino ao Amor (La Mõme, 2007).

- Cinebiografia da cantora parisiense Edith Piaf lindamente interpretada por Marion Cotillard. A carreira cheia de glórias e tragédias da maior cantora da França, que teve uma infância difícil – rejeitada, cantava nas ruas de paris para sobreviver – é tocante e emocional. As músicas então são um belo detalhe a parte.


  

2ª. Malcolm X (Idem, 1992).

- Uma obra prima e ousada de Spike Lee sobre a vida de um dos mais influentes líderes negros da história norte-americana. Seu pai foi assassinado por uma organização racista. Foi preso, e na prisão conheceu o islamismo. Passou a seguir os ensinamentos do líder religioso Elijah Mohammed e tornou-se um feroz defensor dos direitos dos negros no país. Foi brutalmente assassinado com 13 tiros, ao lado de sua mulher grávida, durante um discurso no Harlem, em 1965.




1ª. Ray (Idem, 2004).

- Jamie Foxx simplesmente personifica Ray Charles, desde sua infância difícil seguida de sua cegueira até a fama mundial e dependência em drogas. Foxx ganhou o Oscar de Melhor Ator por sua verdadeira entrega ao grande cantor de jazz e blues. Jamie Foxx gravou diversas horas com os olhos fechados para se inteirar ainda mais da personagem. O próprio Ray Charles acompanhou o início da produção e aprovou a atuação do ator, mas morreu logo depois do encerramento das filmagens. 




segunda-feira, 19 de novembro de 2012

GARIMPO: REVENGE






Essa não é uma história sobre o perdão,
 mas sim sobre vingança por Diogo Bueno.


     Emily Thorne (Emily VanCamp / Brothers & Sisters) parece mesmo acreditar na máxima de que 'vingança é um prato que se come frio'. Após ter sua vida devastada pelas mentiras e armações dos milionários Grayson, Amanda Clarke vê seu pai ser acusado injustamente de terrorismo e ser morto na prisão. Depois de uma adolescência conturbada e cheias de duvidas, Amanda vira Emily e está disposta a vingar-se de todos que de certa forma participaram da ruína de seu pai.



     Dizer que João Emanuel Carneiro não se inspirou em Revenge para fazer Avenida Brasil é mentira, mas é claro que o autor global tem seus méritos, através da premissa americana criou a maior telenovela da década. Até Gloria Perez  - fã declarada do seriado - e sua Salve Jorge 'homenagearam' Revenge. O inicio de ambas as tramas começa num futuro próximo até um clímax, voltando assim alguns meses na história.






     Revenge é boa em diversos aspectos. Agilidade da trama; elenco afinadíssimo e uma trilha instrumental eletrizante, além de contar com a maravilhosa - e mal aproveitada no cinema - Madeline Stone. Me lembrou muito quando via Lost e tinha que assisti a quatro ou cinco episódios de uma só vez. Mas o melhor é sem duvida alguma a vingança, a tal revanche que da nome a trama e tão poderosa e bem orquestrada que nos faz vibrar no sofá. Em apenas alguns minutos estamos ao lado de Emily Thorne querendo vingança contra os Graysons e os ricos de Hamptons.



     A segunda temporada já estreou no Sony e, seu sucesso deve desencadear mais um ano ao menos.  O triste é saber que nem tudo é para sempre e como Revenge lida com vingança como mote principal está fadada a ter no máximo três temporadas, a não ser que os produtores queiram encher linguiça e assim acabar com uma das melhores séries da temporada. Até a próxima edição!!!

Com a Palavra por Ketilyn Almeida Edição 7



O primeiro encontro do Clube 1001 livros
 por Ketilyn Almeida do Blog Estranho ao meu Modo



     Olá Pessoal! Hoje a postagem é específica para os curitibanos que adoram leitura. Vocês já ouviram falar de clubes de livro? É bem provável que sim! Pessoas se juntam para conversar e discutir sobre uma paixão unânime: os livros. E foi com a vontade de criar um clube só nosso, que em uma conversa eu e Mellissa Saldanha, decidimos começar o Clube 1001 livros, o nome é retirado do livro 1001 livros para ler antes de morrer do autor Peter Boxall, porém vamos criar uma lista própria com mais obras brasileiras e atuais, sem deixar de lado os clássicos.




     Homenageando o centenário de Jorge Amado, e aproveitando o embalo da “novela” da Rede Globo, o primeiro livro a ser discutir é Gabriela, Cravo e Canela. Em pauta teremos a avaliação da obra traduzida para a TV, um pouco da história do autor, o período histórico em que ela foi escrita, a linguagem utilizada e a gramática como um todo, considerando suas mudanças em comparação aos dias atuais.




     Sendo assim convidamos a todos para nos acompanhar em um bate-papo literário no dia 16 de dezembro, no parque São Lourenço, às 14:30h. Iremos nos encontrar na entrada principal do parque (Rua Professor Nilo Brandão) e para nos acharmos mais facilmente, e causarmos até mesmo um estranhamento nas demais pessoas, pedimos que todos estejam vestidos com uma peça de roupa da cor vermelha, não tem nenhuma? Então use um acessório dessa cor. 



     Nossas reuniões não terão mediadores, para que todos consigam dar sua opinião de forma democrática, serão abertas ao público, e como entrada pedimos um pacote de bolacha ou de macarrão, que serão repassados a instituição Lar Amor Real. Tragam seus livros e suas ideias e sejam muito bem-vindos ao clube! Até a próxima edição!!!

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Enquanto isso... no #CineOmar



Um projeto que para muitos pode ser considerado como mero escapismo, mas que para tantos outros reflete o amor há uma arte - muitas vezes - pouco valorizada, mas muito amada. Amanhã no Cine Omar tem a reapresentação de De Volta Para o Futuro (1985) às 10h e às 15h tem o inédito Touro Indomável (1980), com a análise crítica de Marden Machado.  



Touro Indomável (1980)


     Esta biografia não é sobre um boxeador que alcança o sucesso e desfruta dele, Touro Indomável é sobre como um ex-campeão conseguiu arruinar sua carreira e viver no total ostracismo. Jake La Motta (Robert De Niro) conseguiu alguns títulos e os vendeu para pagar dívidas e consertar erros do passado.


   Dirigido por Martin Scorsese e roteirizado por Paul Schrader, Touro Indomável foi um sucesso estrondoso e até hoje é lembrado. Forte e inquietante, o longa passa por esferas nunca tocadas - não com tanta maestria - e permeia por uma linha ténue capaz de nos levar as nossas maiores glórias e fracassos. 

     Para viver La Motta em sua fase decadente, De Niro teve de engordar mais de 10 quilos e provar que era capaz de viver a mesma personagem em ângulos diferentes. Por sua brilhante atuação, um Oscar de Melhor Ator. Até a próxima edição!!!



quinta-feira, 15 de novembro de 2012

TOP 10+ (Vampiros)







Na noite de pré-estreia da segunda e última parte de Amanhecer
 - filme da Saga Crepúsculo – o Planeta Diário Brasil traz para
 vocês o melhor da TV e do Cinema com vampiros
 como protagonistas. Até a próxima edição!!!





10ª. Garotos Perdidos (The Lost Boys, 1987).

- Uma gangue de motoqueiros está aterrorizando a vida dos moradores de uma cidade pequena. Os novos moradores percebem que eles na verdade são vampiros que estão eliminado um a um da cidade. Clássico dos anos 1980 que ganhou duas continuações fracas, mas até hoje é lembrado como referência no gênero. Trilha sonora fantástica. 




  
9ª. Blade- O Caçador de Vampiros (Blade, 1998).

- Para vingar a morte de sua mãe, Blade torna-se o caçador de vampiros. Ele tem que deter seu pai vampírico, que quer destruir a humanidade. O filme gerou ainda quatro outras sequências. 




8ª. Um Drink no Inferno (From Dusk Till Dawn, 1996).

- George Clooney e Quentin Tarantino estrelam este filme dirigido por Robert Rodriguez. Os irmãos Seth e Richard estão sendo procurados pela policia por 16 mortes. Nessa busca implacável nos deparamos com situações nunca imaginadas.  




7ª. Nosferatu – Uma Sinfonia de Horror (Nosferatu, 1922).

-Adaptação não autorizada de Drácula de Bram Stoker, o longa é considerado um clássico do expressionismo alemão. O filme de terror dirigido por F.W. Murnau é estrelado por Max Schreck até hoje é referencia do tema. 




6ª. Angel (Idem, 1999-2004).

- Spin Off do seriado Buffy, Angel deixa de lado a área teen de sua precursora e ataca no mundo adulto. Cheio de mistérios e mostrando um lado ainda mais sombrio na trama, Angel durou cinco temporadas e conquistou muitos fãs. 




5ª. Saga Crepúsculo (2008/2009/2010/2011/2012).

- Apesar da bilheteria dessa série de filmes ser fantástica e movimentar milhões de dólares em diversos produtos relacionados, a saga Crepúsculo deve muito no quesito história e peca em algumas atuações. Deu certo por ter um elenco bonito e catapultou a carreira de todos os envolvidos. 





4ª. The Vampire Diaries (Idem, 2009-NO AR).

- O triângulo amoroso mais assistido da televisão nos últimos anos já chegou em sua quarta temporada. Elena Gilbert (Nina Dobrev) se apaixona perdidamente pelos irmãos Stefan (Paul Wesley) e Damon Salvatore (Ian Somerhalder). Baseado na série de livros de mesmo nome de L.S. Smith, The Vampire Diaries ganha na história bem estruturada por Kevin Williamson e Julie Plec e no elenco afinadíssimo.




3ª. Entrevista com o Vampiro (Interview with the Vampire, 1994).

- Literalmente uma entrevista com um vampiro norteia este longa que conquistou plateias do mundo todo. Tom Cruise, Brad Pitt e Christian Slater ganharam fama e prestígio depois deste filme que revelou a hoje estrela consagrada Kirsten Dunst.  




2ª. True Blood (Idem, 2008-NO AR).

- Em Bon Temps os vampiros estão tentando ganhar seu espaço. Na trama eles são criaturas fortes, mas que sofrem o preconceito dos humanos. Sookie (Anna Paquin) é uma garçonete telepata que se apaixona pelo vampiro Bill Compton (Stephen Moyer). Muito sexo, violência e mais sexo esperam vocês nesta intrigante e avassaladora história sobre vampiros. Já está em sua sexta temporada.




1ª. Buffy – A Caça-Vampiros (Buffy – The Vampire Slayer, 1997-2003).

- Diálogos primorosos, elenco afinado e sete temporadas que entraram para a história. Quem vê hoje todas essas séries e filmes que estão bombando no mundo todo deve saber que Buffy - A Caça-Vampiros é quase que sua mãe. Uma ex-líder de torcida é a escolhida para defender Sunnydale das forças das trevas. Em sua jornada contra o mal, Buffy (Sarah Michelle Gellar) recebe a ajuda de pessoas especiais que dividem a telinha com a jovem caçadora com maestria. Seriado como poucos que já vi, onde tudo funcionou bem. 







segunda-feira, 12 de novembro de 2012

GARIMPO: FILMES MUSICAIS NA TV


Para cantar e dançar 
por Khaoe Pacheco do Blog BadFish



     Saindo mais uma vez do lugar comum, o Garimpo desta semana vai dedicar o seu espaço para lembrar cinco filmes musicais muito legais. Ainda que muita gente torça o nariz para o gênero – devido ao fato dos personagens pararem tudo o que estão fazendo para cantar – é inegável o fascínio que este tipo de produção causa. Apresento aqueles que mais me encantaram e que estão disponíveis este mês em diversos canais:


JOHNNY E JUNE (WALK THE LINE, exibição este mês no canal Fox).




    Um dos roqueiros mais emblemáticos de todos os tempos, Johnny Cash não foi tão famoso quanto Elvis Presley, mas mesmo assim deixou seu legado com músicas inesquecíveis. Nesta biografia, é mostrado o cantor (interpretado de modo fantástico por Joaquin Phoenix) ainda jovem ouvindo hinos e musicas gospel com sua mãe até o dia em que o irmão mais velho sofreu um acidente e morreu. Com um pai autoritário, Johnny da graças ao receber uma carta para servir o exército. Neste período, ele compra um violão e compõe suas primeiras canções e decide seguir a carreira artística. Mesmo ficando a sombra de Elvis, Beatles e outros, ele consegue criar um público fiel. O filme foca mais a relação de Cash com a cantora June Carter (a excelente Reese Witherspoon), que cantaram durante anos juntos e tiveram uma linda relação de amizade que acabou em casamento. O roteiro da produção é baseado em um livro escrito pelo próprio cantor.


DREAMGIRLS – EM BUSCA DE UM SONHO (em exibição no canal Telecine Touch).




     Com o mesmo ritmo de Johnny e June – focando certo período de tempo – Dreamgirls é outro filme que, diferente de outros musicais, mostra apenas os atores cantando e interpretando belas canções. Livremente inspirada na carreira do grupo The Supremes – que lançou a diva negra Diana Ross – o filme conta a história da autoritária Effie (Jennifer Hudson, ex participante do programa American Idol) que com sua voz poderosa decide formar um grupo musical com suas amigas Deena (Beyonce) e Lorrel (Anika Noni Rose). Elas são agenciadas pelo esperto Curtis (Jamie Foxx). A graça do filme é mostrar um pouco dos bastidores deste mundo multimilionário que é o da música, principalmente na parte onde Deena é escolhida a vocalista por causa do corpo e beleza, para o ódio de Effie, que é gordinha.  O filme teve interpretações elogiadas, principalmente para Jennifer que estreou muito bem no cinema, Eddie Murphy que surpreendeu a todos cantando ele mesmo seus números e deu um up na carreira e Beyonce, que, diferente da diva sempre linda dos palcos, estava irreconhecível em algumas cenas, despindo-se de seu glamour habitual. 



MAMMA MIA! (exibição no canal TNT).





     Baseado num musical da Broadway, este sim é o típico musical hollywoodiano, onde todos param o que estão fazendo para cantar e dançar. Sophie (Amanda Seyfried) vai se casar e decide convidar para o casamento os três homens que ela acha que podem ser o pai que ela não conhece para desespero de sua mãe Donna (a sempre maravilhosa Meryl Streep). Neste filme, a impressão que temos é que os atores se divertiram fazendo tanto quanto a gente que assiste. Para os mais avançados de idade, o charme fica por conta das canções que os personagens cantam que são sucessos do grupo ABBA, muito famoso nos anos 70. 


NOVE CANÇÕES (9 SONGS, em cartaz no canal Telecine Cult).




     O trio sexo, drogas e rock & roll nunca foi tão bem representado no cinema quanto em 9 Canções. Matt e Lisa se conhecem numa balada e passam a se encontrar cada vez mais. Entre shows de bandas locais de Londres, os dois transam e conversam – um pouco – sobre a vida. Seria mais um filme comum sobre dois jovens que se relacionam se não fossem às polêmicas cenas de sexo explicito que a dupla de atores protagoniza.


MOULIN ROUGE – AMOR EM VERMELHO






De todos desta lista, o filme que mais incomodou a crítica foi Moulin Rouge – Amor em Vermelho. O musical dramático e colorido de Baz Lurhmman tomou algumas liberdades poéticas como fazer os personagens cantarem músicas de sucesso pop que nem haviam sido criadas na época em que se passa o filme. Se você não se incomodar com esse detalhe, temos os inspirados Ewan Mcgregor e Nicole Kidman cantando, dançando e se apaixonando.  Se nos bastidores o filme foi um grande desafio com direito a acidentes envolvendo atores e equipe técnica, nas telas é uma produção rica em detalhes e muito bem feita. Até a próxima edição!!!



domingo, 11 de novembro de 2012

Com a Palavra por Evelin Gasparin Edição 7






Nova série com pegada muito boa
 por Evelin Gasparin



     Partners, de Max Mutchnick e David Kohan, foi criada com base na vida de Mutchnick, que é gay, e Kohan, que é hetero. É a terceira tentativa dos produtores de lançar o projeto. Eles são conhecidos mundialmente pela série Will & Grace, que teve 8 temporadas entre 1998 e  2006, recebeu diversos prêmios, e deixou uma grande quantidade de fãs com saudades. 




     A história gira em torno de Joe (David Krumholtz, de Numbers) e Louie (Michael Urie, de Ugly Betty), dois amigos de infância que trabalham como arquitetos, Joe é hetero, Louie é gay. No primeiro episódio, Joe fica noivo de Ali (Sophia Bush, de One Tree Hill), levando Louie a temer perder sua amizade, embora esteja envolvido romanticamente com Wyatt um enfermeiro vegan (Brandon Routh, de Superman Returns).



     O quarteto de protagonistas é muito interessante: as caras e bocas de Michael Urie, que consegue não só brilhar ao entregar todo o lado histérico e competitivo de Louis; a neurose ciumenta de Joe; o lado meio “biscate”, mas de bom coração de Ali; e a ingenuidade quase infantil de Wyatt; tornam a história leve e engraçada.




     A sitcom estreou em 24 de setembro pela CBS nos EUA, já foram exibidos 5 episódios, mas a temporada completa ainda não está garantida e também ainda não há previsão de estreia no Brasil. Até a próxima edição!!!




sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Enquanto isso... no #CineOmar



Um projeto inovador, cuja simplicidade transforma a vida de seus espectadores todos os sábados. Na sessão das 10h amanhã vocês conferem a reapresentação de Cidadão Kane (1941) e às 15h tem Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977) de Woody Allen. 


 Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977)


     Alvy Singer (Woody Allen), um humorista judeu e divorciado que faz análise há quinze anos, acaba se apaixonando por Annie Hall (Diane Keaton), uma cantora em início de carreira com uma cabeça um pouco complicada. Em um curto espaço de tempo eles estão morando juntos, mas depois de certo período crises conjugais começam a se fazer sentir entre os dois.

     Este é o 3º filme em que Woody Allen e Diane Keaton trabalharam juntos. Entre outras parcerias estão: O Dorminhoco (1973), A Última Noite de Boris Grushenko (1975), Interiores (1978), Manhattan (1979), A Era do Rádio (1987) e Um Misterioso Assassinato em Manhattan (1993).

     Woody Allen tem sempre um jeito peculiar de conduzir seus filmes, esse longa em questão é referência nas comédias de bom tom e elevou o diretor a um patamar hoje pouco alcançado. Noivo Neurótico, Noiva Nervosa é o filme de estréia da atriz Sigourney Weaver, que aparece bem no final do filme, interpretando uma personagem sem falas. Até a próxima edição!!!





*Os dois primeiros parágrafos foram retirados do site Adoro Cinema.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

TOP 10+ (Susan Sarandon)


Uma das melhores atrizes do cinema, Susan Sarandon consegue pular do drama para a comédia nonsense como uma facilidade absurda. A atriz que já passou dos 60 e acumula em seu currículo mais de 70 filmes. Uma camaleoa vencedora de diversos prêmios e que ainda se destaca entre uma multidão chamada Hollywood. Até a próxima edição!!!




10ª. Anjo de Vidro (Noel, 2004).

- Este filme independente é simplesmente muito bom. Comovente quando é preciso ser e extremamente delicado. Trata-se de várias histórias que se intercalam na noite de natal. Milagres; Perdão; Vida e morte estão muito presente neste longa dirigido por Chazz Palminteri. O filme conta ainda com Penélope Cruz; Paul Walker; Alan Arkin e Robin Williams. 




09ª. Um Olhar do Paraíso (The Lovely Bones, 2009).

- Neste filme – maravilhoso - dirigido por Peter Jackson, Susan faz uma participação mais que especial. No longa ela é a avó tresloucada de Susie Salmon (Saoirse Ronan), adolescente de 14 que é assassinada e conta a história do filme de uma espécie de paraíso. 





08ª. Pretty Baby – Menina Bonita (Pretty Baby, 1978).

- Filme polêmico que trouxe Brooke Shields (Violet) como uma jovem adolescente que é leiloada por sua própria mãe (Sarandon). Dirigido por Louis Malle, inclusive a história do filme é baseada na própria história do diretor e de Polly Platt. 




07ª. O Óleo de Lorenzo (Lorenzo’s Oil, 1992).

- Baseado numa história real, O Óleo de Lorenzo é simplesmente obrigatório para os fãs da sétima arte. O filho do casal Odone, Lorenzo é diagnosticado com adrenoleucodistrofia (ALD), uma doença devastadora e pouco conhecida na época. Mas a força desses pais fará com que a vida de Lorenzo e de outros mude para sempre.  




06ª. Em Qualquer Outro Lugar (Anywhere But Here, 1999).

- A história de uma mãe e filha completamente opostas é bem retratada por Susan Sarandon e Natalie Portman. Um filme que une o drama e a comédia no melhor estilo. #Assistam.




05ª. O Cliente (The Client, 1994).

- Um jovem rapaz de 11 anos é testemunha de um suicídio e ao ser revelado algumas informações importantes sobre um mafioso, o garoto passa a ser um alvo tanto da máfia, quanto do FBI. A advogada Reggie Love (Sarandon) é quem tem a missão de proteger esse garoto. O filme tem ainda no elenco Tommy Lee Jones e Mary-Louise Parker.




04ª. As Bruxas de Eastwick (The Witches of Eastwick, 1987).

- O misterioso ricaço Daryl Van Horne (Jack Nicholson) transforma a vida de três mulheres entediadas (Susan Sarandon/Michelle Pfeiffer/Cher) que sempre se encontravam para falar de homens e do tal idealismo imaginário. O roteiro é baseado no livro de John Updike.






03ª. Lado a Lado (Stepmom, 1998).

 - A complicada relação da ex-mulher com a atual é o mote principal de Lado a Lado. Susan Sarandon e Julia Roberts encabeçam o elenco do filme dirigido por Chris Columbus. Um drama poderoso que entra nas feridas de relações perdidas e novas amizades. Fantástico e surpreendente.





02ª. Os Últimos Passos de um Homem (Dead Man Walking, 1995).

- Filme que deu o primeiro - por enquanto - único Oscar de Melhor Atriz para Susan Sarandon. Ao receber uma carta de um condenado a morte, uma freira (Sarandon) decide ajudá-lo nessa transição. Um drama comovente dirigido por Tim Robbins, baseado em um caso real. Poderoso; sagaz e vai direto em sua artéria principal.






01ª. Thelma & Louise (Thelma & Louise, 1991).

- O filme que fica com a medalha de ouro pode não ser a atuação mais dramática ou “entregue” de Susan Sarandon, mas com certeza é a mais sincera. Como Louise, Sarandon está verdadeira, como uma atriz realmente deve ser para qualquer papel. A história de duas amigas entediadas com suas vidas pacatas que resolvem tirar um final de semana de férias entrou para o hall como um dos melhores Road Movies da história do cinema mundial.